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Avaliação inicial
O casal ou a paciente passa por uma avaliação clínica para identificar a causa da infertilidade. É nessa fase onde o médico solicita exames hormonais, ultrassonografia, espermograma e avaliação da permeabilidade das trompas.
tratamento
Inseminação Artificial (AI) é a técnica de reprodução assistida que consiste em colocar os espermatozoides no interior do útero durante o período fértil da mulher.

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conheça o tratamento
A Inseminação Artificial, também conhecida como Inseminação Intrauterina (IIU), é um tratamento de reprodução assistida que consiste na introdução de espermatozoides previamente preparados em laboratório diretamente no útero da mulher, no período mais fértil do ciclo menstrual. Portanto, seu objetivo é aproximar os espermatozoides do óvulo, aumentando as chances de fecundação.
Mas antes do procedimento, o sêmen passa por um processo de preparo laboratorial que seleciona os espermatozoides com melhor motilidade e qualidade. Realiza-se a inseminação por meio de um cateter fino, de forma rápida e geralmente sem necessidade de anestesia.
Por ser um tratamento menos complexo e menos invasivo do que a Fertilização In Vitro (FIV), a Inseminação Artificial pode ser uma opção para casais ou mulheres que apresentam determinadas causas de infertilidade e atendem aos critérios clínicos para esse tipo de tratamento. Porém a indicação depende de uma avaliação médica individualizada, que considera fatores como a idade da mulher, a reserva ovariana, a qualidade do sêmen e a permeabilidade das trompas uterinas.
indicação
A Inseminação Artificial é um tratamento indicado para pacientes que apresentam dificuldades em realizar uma gravidez natural, devido a problemas como:
Ainda tem dúvidas sobre qual a indicação da Inseminação Artificial? Neste vídeo, o Dr. Raul Nakano explica os principais critérios utilizados para recomendar o tratamento e esclarece as dúvidas mais comuns dos pacientes.
conheça o processo
Primeiramente é necessário entender que há fatores que podem dificultar a fertilização. Alguns exemplos são: a contagem, motilidade, e morfologia dos espermatozóides que precisam estar próximos dos limites da normalidade. Além disso, as trompas da mulher precisam estar normais também.
Então deposita-se o sêmem capacitado na cavidade uterina no momento da ovulação monitorizada e, usando uma seringa, realiza-se a introdução dos espermatozóides que caminham direto ao encontro com o óvulo.
Todo o processo busca facilitar ao máximo o encontro entre o óvulo e o espermatozoide.
Apesar de todos os avanços tecnológicos, evolução da medicina e diversas técnicas de Inseminação Artificial disponíveis hoje em dia, a fecundação pode não acontecer, pois o espermatozoide pode não conseguir fecundar o óvulo. Geralmente o Índice de sucesso varia de 10% a 25% por ciclo.
Os médicos devem tentar de três a quatro ciclos com a Inseminação Artificial e, caso a gravidez não aconteça, recomenda-se FIV (Fertilização in vitro) ou GIFT (Transferência intratubária de gametas).
Hoje, casais que possuem dificuldade de fertilização, já podem realizar o sonho de tornarem-se pais, e a Inseminação Artificial Intra-Uterina é um dos recursos disponíveis e mais procurados na medicina reprodutiva.
Porém é necessário tratar cada caso de forma bem singular, especificando e tratando os pacientes com o melhor e mais adequado método que corresponda à suas necessidades. Por isso, quanto antes identificar os sintomas de infertilidade, e quanto antes o casal procurar um especialista, maiores as chances de um tratamento bem sucedido. Visite nossa Clínica e faça uma consulta hoje mesmo.
Ficou com alguma dúvida sobre o processo de Inseminação Artificial? Entre em contato! Teremos enorme prazer em ajudá-la(o).
etapas
A Inseminação Artificial consiste de diferentes etapas, que começam antes do procedimento e incluem o acompanhamento médico durante todo o ciclo.
01.
O casal ou a paciente passa por uma avaliação clínica para identificar a causa da infertilidade. É nessa fase onde o médico solicita exames hormonais, ultrassonografia, espermograma e avaliação da permeabilidade das trompas.
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Em muitos casos, utilizam-se medicamentos para realizar a indução da ovulação e estimular o desenvolvimento dos folículos ovarianos e aumentar as chances de liberação de um ou mais óvulos.
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Durante o ciclo, exames de ultrassonografia acompanham o crescimento dos folículos para determinar o momento mais adequado para a ovulação.
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No dia do procedimento, em laboratório, acontece o processamento da amostra seminal, selecionando os espermatozoides com melhor motilidade e qualidade, removendo células e componentes que não contribuem para a fecundação.
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O médico introduz os espermatozoides preparados diretamente no interior do útero por meio de um cateter fino e flexível.. O procedimento costuma ser rápido, praticamente indolor e não requer anestesia.
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Após a inseminação, a paciente recebe orientações médicas e aguarda o período recomendado para a realização do teste de gravidez. Por fim, quando necessário durante essa fase, acontece a indicação de suporte hormonal.
Embora ambos façam parte de tratamentos de reprodução assistida, a Inseminação Artificial e a Fertilização In Vitro (FIV) apresentam diferenças importantes.
Na Inseminação Artificial, a fecundação acontece naturalmente dentro das trompas da mulher. O tratamento consiste em depositar os espermatozoides previamente preparados diretamente no útero, facilitando o encontro com o óvulo durante o período fértil.
No entanto, na Fertilização In Vitro (FIV) a fecundação ocorre em laboratório. Coleta-se os óvulos dos ovários e fertilizados com os espermatozoides em ambiente controlado. Após o desenvolvimento inicial, acontece a transferência de um ou mais embriões para o útero.
De forma geral, os especialistas indicam a Inseminação Artificial para casos específicos de infertilidade, desde que as trompas estejam pérvias e existam condições favoráveis para que a fecundação ocorra naturalmente. Por ser um procedimento menos invasivo, esse tratamento costuma representar uma boa opção nessas situações.
Já os especialistas recomendam a FIV quando há alterações mais complexas, como obstrução das trompas, fator masculino importante, idade materna avançada ou tentativas sem sucesso com tratamentos de menor complexidade.
A escolha entre os tratamentos sempre deve se basear em uma avaliação individualizada realizada pelo especialista em reprodução humana.
Na maioria dos casos, não. O procedimento acontece com a utilização de um cateter fino e costuma provocar apenas um leve desconforto semelhante ao de um exame ginecológico.
A inseminação propriamente dita leva apenas alguns minutos. Considerando o preparo e o atendimento, a permanência na clínica costuma ser relativamente curta.
Normalmente não. Após um breve período de observação, a paciente pode retornar às atividades habituais, seguindo as orientações da equipe médica.
Quando há estimulação ovariana, pode ocorrer o desenvolvimento de mais de um folículo, aumentando a possibilidade de gestação múltipla. O risco varia conforme a resposta individual ao tratamento.
Em geral, não. Como a fecundação ocorre nas trompas, é necessário que elas estejam pérvias. Em mulheres submetidas à laqueadura, a Fertilização In Vitro costuma ser a alternativa mais indicada.
O número de tentativas varia conforme a idade da paciente, a causa da infertilidade e a resposta ao tratamento. Após algumas tentativas sem sucesso, o especialista poderá avaliar a indicação de outras técnicas de reprodução assistida, como a Fertilização In Vitro.